Prepare-se para uma experiência teatral transformadora! O aclamado monólogo “HELENA BLAVATSKY, A VOZ DO SILÊNCIO”, assinado pela professora e filósofa Lúcia Helena Galvão, retorna ao palco do Teatro SESC Casa do Comércio em Salvador nos dias 22, 23 e 24 de maio, (sexta, sábado e domingo), com sessões na sexta e sábado às 20h e no domingo às 17h.
Essa obra transformadora, que marca a estreia de Lúcia Helena Galvão na dramaturgia, convida o público a um mergulho nos fragmentos filosóficos atemporais presentes na obra de Helena Blavatsky. Desde sua estreia em janeiro de 2023, no Teatro B32, em São Paulo, a peça tem conquistado plateias com temporadas ininterruptas, sessões lotadas e críticas entusiasmadas.
Manter uma produção teatral em cartaz por tanto tempo, sem nenhum tipo de patrocínio, é uma façanha rara no cenário cultural brasileiro. Apesar disso, o espetáculo segue lotando teatros em todas as cidades por onde passa. Durante a pandemia, conquistou ainda mais admiradores com temporadas online que ampliaram seu alcance para além das fronteiras físicas.
Com mais de 120 mil espectadores até agora, o espetáculo é uma verdadeira celebração da arte e da filosofia. A atuação magistral de Beth Zalcman, premiada com o CENYM de Melhor Atriz em 2023 pela Academia de Artes no Teatro do Brasil, é um dos pilares desse sucesso. Sua entrega à personagem foi descrita pelo crítico Pedro Cosmos como: “Cada palavra é preciosa e aproveitada para ações dramáticas primorosas. Nesse ínterim, sobressai um carisma ímpar, e aplausos pela grandiosidade e generosidade como artista.”
A direção magistral de Luiz Antônio Rocha, conhecido por suas incursões em biografias cênicas, adiciona camadas de profundidade à narrativa, resultando em uma experiência teatral rica e sensorial. “Na encenação, Luiz Antônio Rocha se debruça uma vez mais sob o ciclo de biografias que vem levando aos palcos, a partir do qual cartografou percursos de Frida Kahlo e Paulo Freire. É uma pesquisa cênica continua, que se desenrola a partir do diálogo, mas se estende à geometria da cena e suas sensorialidades”, escreveu o crítico Rodrigo Fonseca sobre o trabalho do diretor.
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